sexta-feira, 1 de maio de 2015

Olho,
Olho para longe, sigo a linha do horizonte na esperança de te ver. Não preciso saber que és tu, só preciso imaginar-te, mesmo longe saberei que estás perto.
Perco-me na memória que tenho de ti, nos sonhos que vivi ao teu lado. Nas noites em ficámos agarrados nas esperanças um do outro, como pequenas gotas de chuva na janela do nosso quarto.
Sento-me novamente no nosso canto, pouso a mão no teu lugar, sinto ainda o teu calor. Despeço-me de ti, com um sorriso nos lábios, agradeço tudo o que me deste.

Sem comentários:

Enviar um comentário